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sábado, 9 de maio de 2015

Outras camas

Não quero amar o amor que mal a si ama
desses que se derretem em lágrimas
pranteando feito novela mexicana
no sofrer comiserado que nunca vira a página!

Não quero amar o amor pobre e vulgar
desses que vira a esquina e a fila anda
vagando noturnamente a uivar
e acorda angustiado em outras camas!

Não quero o amor carregado de futilidades
que não deixam traços de felicidade
e se perdem na única coisa que lhe resta a chorar,

quero o amor pseudônimo de tranquilidade
para que se veja que sinônimo de amor é amar
e aquele que ama vive para ao universo abraçar!

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