sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

De balada em balada

Eu constantemente vejo você por aí
tentando entender o próprio grito
sem ver que que o louco que há em mim
pede apenas pelo seu sorriso!
No mundo vive-se uma eterna festa
numa busca louca de balada em balada
enquanto que aqui o eu poeta
percebe sua tristeza tão calada!
Eu queria ser suave em sorrisos
para fazê-la livre, alegre e feliz
mas, você empinou-me o nariz
saindo a engolir o próprio grito
no instante em que perdido no infinito
só queria vê-la a sorrir!

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Intimidade com Deus