sábado, 10 de novembro de 2012

Variar


Afinal o que somos nesta vida
Além das nossas contradições
De não querermos feridas
Mas fugirmos das emoções?

E eu tento compor assim
De modo que me entenda
Neste variar que não tem fim
Mas é para que me surpreenda!

Um soneto mal escrito
É feito sonho inacabado
Que não teve sentido

Mas, que traz o motivo
Que me faz de lado a lado
Caminhar desesperado!

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