quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A mulher alheia IV

Choro de dor e desejo
Por pressentir o destino
A me avisar que meu anseio
É prova de desatino!
A noite carrega o temor,
A madrugada não traz esperança.
O corpo sente o ardor
Que reaviva a lembrança!
Sinto que alguém me vigia
Nos corredores da vida.
Com a alma magoada e cheia,
Pensando em me fazer agonia
Por meio de dor, ódio e ferida,
Por causa da mulher alheia!

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