segunda-feira, 25 de junho de 2012

Talvez

Talvez eu faça 
Uma bela poesia, 
Ou então me perca na praça, 
Afogando-me na própria agonia!
Talvez eu cante
E meu canto a faça chorar,
Mas talvez eu a acalante
E assim possamos caminhar!
Talvez o meu ser 
Não tenha na própria tez 
A vontade de viver...
Que em sua lucidez
A faça renascer!
Nada digo... Talvez!

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