segunda-feira, 25 de junho de 2012

Realidade.


És por certo o carma da vida
Que sou obrigado a saldar,
Pouco te importa minha dor ou ferida,
O importante é tudo ao teu lado arrasar!


Sou um humilde camponês
Perdido na colheita sem fim.
Para ti pouco vale a lucidez,
Melhor é levares tudo de mim!


A tua fúria insana
Por certo me queimará,
Sugando a energia de meu corpo.


Só que nesta vida mundana
Tentas em vão a mim controlar
Sem veres que há tempos estou morto!

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A oração e o divino