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sábado, 30 de junho de 2012

Paralelas

Sobre as ruas da cidade
Passas triste, sem lembrares de mim,
Que aqui chego aos poucos ao fim,
Sem ter sido tua felicidade!
De repente nossas vidas
Refletem-se em paralelas
E pode-se ver que a minha tão singela
Choca-se com a sua tão bonita!
E eu sigo adiante
Porque não posso parar
Tudo que comecei na primavera,
Mas caso lágrimas sufocantes
Contemplares, a cair sem parar,
Verás que não são nada diante das paralelas!

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