terça-feira, 26 de junho de 2012

Nos mares da vida


Nos mares da vida,
Vejo meu sonho vagar.
Sou eu um barco à deriva,
Sem porto para ancorar!
Nas tormentas do destino,
Sou folha jogada no vento
E sigo tolo feito menino,
Tentando segurar o tempo!
Num dia vem a bonança,
Tranquilidade perdida,
No outro só esperança...
De reencontrar a fé esquecida,
Origem de toda confiança
Na luta nos mares da vida!

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